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Sindicatos da base condenam arbitrariedades da ala majoritária da Direção da Fenajufe

Sindicatos da base condenam arbitrariedades da ala majoritária da Direção da Fenajufe

jul 27, 2018

Sindjus-DF, Sintrajufe-CE, Sinjufego, Sinje-CE, Sintrajurn, Sintrajusc e Sindiquinze manifestam total repúdio à ala majoritária da Direção da Fenajufe em solidariedade incondicional aos delegados e delegadas do Rio de Janeiro, eleitos legitimamente para participar da XXII Plenária Nacional da Fenajufe, e ao Sisejufe, que é o sindicato que os representa.A comissão organizadora da Plenária, formada, em sua maioria, pela ala majoritária da Direção da Fenajufe, decidiu por retirar dos delegados do Rio de Janeiro o direito de voz e voto.Tal medida foi tomada com base no acolhimento de uma representação de suposta irregularidade no cumprimento dos prazos para a realização da assembleia.O Sisejufe demonstrou que tal impugnação era infundada e foi manejada por parte ilegítima e em desacordo com o artigo 6°, inciso III, do Estatuto da Fenajufe, comprovando a legalidade da assembleia que elegeu os representantes do Rio de Janeiro.No entanto, de forma arbitrária, a comissão organizadora da Plenária, extrapolando suas funções, atropelou a autonomia da entidade filiada e as instâncias da Federação, bem como parecer do próprio departamento jurídico da Fenajufe, que se manifestou no sentido da ilegitimidade dos impugnantes.Diante de tamanho absurdo, o Sisejufe, que é o segundo maior sindicato da Federação, decidiu por não enviar à Plenária seus delegados e observadores eleitos legitimamente pela base do RJ.As práticas nocivas da ala majoritária da Direção da Federação não se restringem a essa perseguição aos delegados do Sisejufe.Recentemente, dois outros episódios demonstram claramente que a atuação desse grupo majoritário da Direção é pautada exclusivamente no interesse político-partidário, praticando um canibalismo sindical que vem fomentando a fragmentação da nossa categoria e a perseguição às entidades filiadas à Fenajufe. Vejamos:Na XXI Plenária de Campo Grande/MS, realizada em novembro de 2017, foi determinada a abertura imediata do processo ético, já aprovado na Ampliada do DF, para apurar a conduta de um dos coordenadores da Fenajufe, bem como a continuidade da defesa da Federação nos autos do processo movido contra a entidade pelo diretor em questão. Desrespeitando essa decisão, os coordenadores integrantes da ala majoritária da Federação deliberaram, na Consulta 27/2018 e em reunião presencial havida no final de junho, por violar o estatuto e a decisão de instância superior da categoria (Plenária), a fim de desistir dos recursos em curso no processo judicial que o coordenador Gerardo Alves move contra a própria entidade de que fazem parte, no caso a Fenajufe. Ou seja, em vez de defender a entidade e obedecer as decisões de suas instâncias deliberativas, atuaram em verdadeira afronta às deliberações soberanas da base. Atitude semelhante ocorreu em relação à Carta de Teresópolis, aprovada na Plenária de MS, que até o presente momento não foi cumprida em sua maioria.Noutra vertente, a mesma ala majoritária tenta interferir na decisão das forças internas que compõem a Direção da Fenajufe, ferindo sua autonomia e o pacto político existentes entre elas. Nesse sentido, vem se negando a dar andamento imediato ao procedimento de liberação do coordenador Costa Neto pela Fenajufe, em contrariedade ao resultado das urnas no Congresso da Federação e à decisão interna da força Fenajufe Sem Correntes – FSC.Diante de todos esses despautérios, a ala majoritária da Fenajufe vem desrespeitando a autonomia e independência das entidades filiadas que compõem a Federação e de suas forças políticas, semeando enfrentamento e cisão, de modo a provocar a implosão da Federação.Dessa forma, denunciamos a ação intransigente, irresponsável e ilegal desse grupo, que poderá levar a uma ruptura irreversível do pacto federativo.Ante o exposto, os sindicatos subscritores da presente nota ressaltam que a Plenária da Fenajufe deve servir para aprofundar a discussão e organizar a luta da categoria em torno de seus temas prioritários, tais como campanha salarial, data base, NS, plano de carreira, quintos, 13,23%, saúde e outros itens relevantes que constam da sua pauta, e não para praticar politicagem rasteira e fomentar disputas internas.

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